Adão e Eva e o Pecado Ecológico

Teriam sido Adão e Eva os primeiros seres humanos? Qual pecado eles cometeram? Como entender o simbolismo de provável metáfora?

Pensando nestas respostas, resolvi analisar e escrever uma possível hipótese baseada nas interpretações e evidências desses simbolismos.

Em minha humilde interpretação entendo que Adão e Eva foram os primeiro de uma geração a cometer um grande pecado ecológico, afinal o que era o Paraíso, a árvore, a maçã e a serpente?

Adão e Eva desobedeceram a Deus, criador do céu e da Terra, sendo seu maior pecado a desobediência das Leis de Deus, as Leis Cósmicas e Naturais. Ao desrespeitar essas Leis, estes consumiram o Paraíso, as Árvores, os frutos.

A ganância e o consumo representados pelo poder do Homem (Serpente – símbolo fálico de poder masculino comum naquela época) secaram as fontes e rios, criando um processo de desertificação irreversível, tornando o Paraíso um deserto infernal.

Adão e Eva não foram expulsos e sim criaram um ambiente, que de Paraíso não tinha mais nada. Sendo, portanto, a maçã como símbolo da fruta que foi comida e que continha as ultimas sementes.

Mas afinal, qual a origem da palavra PECADO?

Pecado significa errar ou desviar do alvo.

Estamos em pecado com nós mesmos no momento em que erramos ou desviamos de nossas metas e objetivos e pecamos contra Deus quando criamos desarmonia na natureza exterior e interior. Essa metáfora nos ensina a pensar no futuro e nas novas gerações. Ficam então algumas perguntas:

O que aprendemos com essa história?

Quanto tempo mais iremos sugar o nosso Planeta e desertificá-lo?

O quanto estamos devolvendo do que consumimos?

Será que não nos sentimos merecedores de vivermos no Paraíso Terra?

Ou somos culpados e merecemos viver no Inferno?

Espero que essas reflexões mesmo não sendo a verdade nos ajudem a mudarmos nossas atitudes de consumo exacerbado e inspirem o Ser Humano na recuperação de processos ainda reversíveis.

Afinal o Paraíso existe em qualquer lugar desde que dentro de nós não exista um Inferno!

César A. Grisa

Parapsicólogo do Sistema Grisa e Hipnoalquimista

23/11/2016

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Prefácio do Livro Hipnose

César Grisa

Prefácio do Livro Hipnose Humanopangrisiana

 

O ano é 2013 e tenho a honra de escrever algumas linhas sobre o Autor desta obra.

Dr. Pedro Antonio Grisa sempre insistiu teimosamente de que a nova Ciência conhecida como Parapsicologia não era apenas um campo de pesquisa para provar ou estudar os Fenômenos Paranormais e sim uma Ciência possível de ser aplicada em benefício do Ser Humano. Uma vez que se constata que os fenômenos paranormais são resultados do Poder de nossa Mente Subconsciente (Inconsciente em outras escolas), são por tanto, um fenômeno humano passível de ser canalizado de forma construtiva e eficaz. Hoje as neurociências reconhecem a força e a grandiosidade da Mente evidenciando a importância de se compreender esses “mecanismos inconscientes” que comandam nossa vida e provam que somos influenciados por eles todo o tempo, colocando de lado teses que defendiam o ser humano como um ser totalmente livre.

Feita essa introdução, gostaria de falar do Autor, o qual sempre me hipnotizou com suas idéias e sonhos otimistas de um mundo melhor. Um homem que apesar de sua limitação visual, consegue enxergar o interior humano como poucos.  Continue lendo “Prefácio do Livro Hipnose”

O Professor no País das Maracutaias

Quero iniciar esse texto parabenizando a você Professor(a)!

Em um país que trata a Educação com tanto desprezo, o Professor com tanto desmerecimento e desvalorização, Políticos com tantos benefícios e altos salários e ainda assim com tantas ambições, ensinando que o crime compensa e que é melhor ser um Político sem estudos e corrupto do que um Professor honesto e com a responsabilidade de preparar nossos filhos para o futuro, como sonhar com um País melhor? Outro dia vi a seguinte e triste notícia, Professores de Física e Matemática estão em extinção em Santa Catarina. Como se não bastasse, o Professor de hoje tem mais afastamentos por problemas emocionais (saúde mental) que bancários, os quais sempre lideraram a lista de frequentadores de clínicas psicológicas e psiquiátricas. É, somente sendo Super Herói para dar aula e educar hoje em dia! Se por um lado, em Escolas Públicas, o professor tem que lidar com a violência, a falta de material atualizado, problemas familiares e sociais com os alunos de famílias de baixa renda, do outro, Escolas Particulares, a superproteção e a falta de limites de alguns Pais, está criando um problema de proporções catastróficas. Alunos desinteressados e sequestrados por Internet, redes sociais, jogos on-line, literatura idiota e programas de TV depravados em horários acessíveis, estão se constituindo em uma realidade cada vez mais comum. Outra realidade incontestável é a de algumas Instituições de ensino que se transformaram em “Empresas” com o lema “O Cliente sempre tem razão!” e acobertando sinais de marginalidade, desacato ao Professor, falta de respeito ao próximo, bullying, e outras mil inseguranças. Temos que refletir que nós Pais somos os mais responsáveis por isso, pois passamos pouco tempo com nossos filhos, exageramos em dar afeto material e pouco fazemos para fertilizar os laços familiares! Colocamos nossos filhos em Escolas para que sejam educados em boas maneiras por profissionais que deveriam estar canalizando seu saber para ensinar seus conhecimentos teóricos e práticos. Por tanto quero dizer a você Querido Professor: “Força, coragem e muita paciência!” Então Professor, caso meus filhos lhe faltem com respeito, autorizo você a tomar medidas adequadas e condizentes com a gravidade da situação e prometo-lhe não me queixar aos seus superiores, pois os atos de meus filhos são reflexos de sua Educação em casa!!! Falando nisso, com licença, pois vou ficar com eles.

“Educação vem de berço! Sim, começa no berço do útero materno!”

REGRESSÃO À VIDA INTRA-UTERINA

O assunto aqui tratado é especificamente a regresso à Vida Intra-Uterina (VIU), ou seja, quando um trauma de VIU origina um problema, uma dificuldade, um transtorno futuro, mais, ou quando esse trauma é um evento reforçador de um problema já existente.

A criança, antes do nascimento, é um ser dotado de sentimentos, de lembranças e de consciência, portanto, tudo o que lhe acontece nos nove meses de gestação tem grande importância na formação e na estruturação da personalidade.

O feto pode ver (sensibilidade à luz), ouvir, degustar, entender e aprender num nível primitivo. Ele é capaz de manifestar sentimentos menos elaborados que os adultos, mas bem reais. Ele pode acionar uma ou outra tendência, conforme as mensagens que recebe no útero (que, de alguma forma vão sendo moldadas). A principal fonte dessas mensagens é a mãe. O feto capta os pensamentos, sentimentos e sensações da mãe, que interferem no modo significativo em sua forma de ser.

Pesquisadores como os médicos Thomas Verny, Dominik Purpura, David ChamberLain Stanistaw Grof, e outros, descobriram que existe uma ligação intra-uterina muito complexa, gradativa e sutil quanto à estrutura racional que se estabelece após o nascimento. A ligação entre mãe e filho, que se estabelece após o nascimento, é a conseqüência do que a precedeu.

Existe uma comunicação fisiológica, psicológica e extra-sensorial entre mãe e feto. As perturbações do bebê são provocadas tanto pelas conseqüências psicológicas, quanto pelas conseqüências físicas da ansiedade, depressão, aflições, medo, estresse etc. O que traz uma repercussão mais profunda na criança não são as preocupações menores da mãe, mas uma ansiedade crônica ou uma ambivalência perturbadora dos pensamentos e dos sentimentos em relação a maternidade. Por exemplo, um sentimento negativo, imenso e duradouro de rejeição à criança pode deixar uma cicatriz profunda. Continue lendo “REGRESSÃO À VIDA INTRA-UTERINA”

A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS

A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS Por Airton Luiz Mendonça (Artigo do jornal O Estado de São Paulo) O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio…você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. Continue lendo “A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS”

Negócio de macaco

Um teste muito antigo revelou que as pessoas, quando convidadas a assistirem um vídeo de adolescentes passando bolas de basquete, não notavam alguém vestido de gorila passando no meio da roda.

O teste chamado “gorila invisível” pedia para as pessoas observarem um vídeo onde dois grupos de pessoas, um vestido de branco, o outro de preto, passam bolas de basquete umas pras outras. Os voluntários foram convidados a contar os passes entre os jogadores vestidos de branco, ignorando as passagens dos de preto.

O estudo descobriu como as pessoas podem se concentrar tanto em algo que se tornam cegos para o inesperado, mesmo olhando direto para ele. Este efeito é chamado de “cegueira por desatenção”.

O vídeo do “gorila invisível” ficou muito famoso, e hoje as pessoas sabem que devem procurar por um gorila quando o assistem. Portanto, o criador do teste resolveu criar outro.

Antes de saber o que há nele, quer vê-lo?

Este novo teste serviu para revelar se as pessoas que já esperavam um gorila conseguiram notar outros eventos inesperados.

E o teste produziu dos tipos de resultados: pessoas que sabiam do gorila e conseguiram notar outros eventos, por saber que o criador do vídeo estava “tramando” algo, e pessoas que se focaram tanto em perceber um gorila que não notaram outros eventos inesperados, como as cortinas que mudaram de cor.

Dos voluntários que não conheciam o primeiro vídeo, pouco menos da metade não notou o gorila no segundo teste. Dos que conheciam, todos notaram. Porém, apenas 17% conseguiram perceber os outros eventos inesperados que ocorreram, em comparação com 29% das pessoas que não sabiam nada sobre o primeiro vídeo.

A nova experiência mostra que mesmo quando as pessoas sabem que estão fazendo uma tarefa em que uma coisa inesperada pode acontecer, isso não os ajuda a observar outras coisas inesperadas.

 

Veja o video em

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=vJG698U2Mvo

O CENTÉSIMO MACACO

Ressonância mórfica: a teoria do centésimo macaco
Na biologia, surge uma nova hipótese que promete revolucionar toda a ciência

Por José Tadeu Arantes,
ilustrações Dawidson França

Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.

Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie. Este é uma história fictícia, não um relato verdadeiro. Numa versão alternativa, em vez de quebrarem cocos, os macacos aprendem a lavar raízes antes de comê-las. De um modo ou de outro, porém, ela ilustra uma das mais ousadas e instigantes idéias científicas da atualidade: a hipótese dos “campos mórficos”, proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake. Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.

Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes. Continue lendo “O CENTÉSIMO MACACO”

MÁFIA MÉDICA – Entrevista sobre o Livro

_”A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário (Ministério da Saúde) e pela Industria Farmacêutica. O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios. Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Continue lendo “MÁFIA MÉDICA – Entrevista sobre o Livro”

Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos

A missionária Marta Brisa transmite as técnicas de Johrei em Ana Paula Politi (Foto: Lucas Mamede/Da Gazeta de Ribeirão) Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”. Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp. Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou. A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou. As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.” Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress. O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem. Fonte : http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25/pesquisa-revela-poder-da-energia-liberada-pelas-maos.html

Acupuntura: Uma Terapia de 5 mil anos

A acupuntura ou acupunctura (do latim acus) – agulha e punctura – pontoada é um ramo da Medicina Tradicional Chinesa e um método de tratamento considerado complementar de acordo com a nova terminologia da OMS – Organização Mundial da Saúde. A acupuntura consiste na aplicação de agulhas, em pontos definidos do corpo, chamados de “Pontos de Acupuntura” ou “Acupontos”, para obter efeito terapêutico em diversas condições. Atribui-se o nome “Acupuntura” a um jesuíta europeu que retornando da China, no século XVII, adaptou os termos chineses “Zhen” e “Jiu”, juntando as palavras latinas “Acum” (agulha) e “Punctum” (picada ou punção), como visto. A tradução literal do termo chinês, no entanto, é bem diferente. O correto seria Zhen (agulha) e Jiu moxa, ou seja, “longo tempo de aplicação do fogo”. Para que serve a ACUPUNTURA? Além dos casos de dor, várias doenças funcionais podem ser tratadas pela acupuntura. Dentro da concepção chinesa, a doença é uma manifestação de desequilíbrio, e a acupuntura é uma forma de readquirir o equilíbrio. Entre as doenças tratáveis pela acupuntura estão: Continue lendo “Acupuntura: Uma Terapia de 5 mil anos”