Amor tem que ser integrado no sistema de Saúde

O investigador norte-americano Stanley Kripnner, defende que «o amor é bom para a Saúde. Se der e receber amor, tem mais probabilidades de permanecer saudável», afirmou no «IV Simpósio Aquém e Além do Cérebro», a decorrer no Porto.
Kripnner é professor de Psicologia em várias universidades dos Estados Unidos e considera que «a medicina moderna tem-se mantido silenciosa relativamente ao tópico do amor».
O investigador citou vários estudos realizados por todo o mundo que concluem que o amor é importante na saúde das pessoas. Um dos estudos foi realizado na Universidade de Harvard, com indivíduos que responderam a um inquérito nos anos 50 e voltaram agora a ser interrogados.
As conclusões dizem que os inquiridos que usaram expressões, para descreverem os pais, como «justo», «compreensivo», «sincero» e «sensível» apresentaram uma saúde melhor do que os que usaram expressões como «inflexível», «frio», «brutal» e «autoritário».
Boa relação com os pais é importante

Stanley Kripnner explicou que «a percepção de amor e carinho dos pais é um importante indicador de uma vida saudável».
Outro estudo concluiu que «os melhores professores, terapeutas, líderes espirituais, amigos e amantes são os que apresentam elevados níveis de amor perante as pessoas de quem gostam».
O investigador norte-americano referiu também um estudo que diz que «os maridos que têm apoio das mulheres reagem melhor ao stress do que os que não têm esse apoio».
Amor tem boas consequências a nível financeiro
Kripnner deu ainda um exemplo a um nível profissional. Um outro estudo de um instituto norte-americano concluiu que os empresários que dão mais atenção aos sentimentos dos seus funcionários conseguiram reduzir problemas com depressões, insónias e tensão entre os trabalhadores.
«Se o amor e carinho se traduzem numa vida saudável, as implicações sociais e económicas são enormes. Talvez seja financeiramente vantajoso ser amado e acarinhado», defendeu o psicólogo.
Fim do Mundo
:: Izabel Telles ::
Por mais que o mundo procure, parece que a solução mágica que todos esperavam para a tal crise financeira não surge de canto algum.
Alguns jornalistas procuram garimpar no sub-texto da fala e promessas dos políticos alguma dica de prazo ou data para o momento da redenção.
Sairemos da crise em 2010? Ou 2012? Mas o calendário dos Maias acaba em 2012, segundo me contaram. Então, será o final do mundo? De qual dos mundos? Do mundo como um todo? Da esfera azul cheia de água, terra e gente ou do mundo celestial, macrocosmo povoado por energias que nem de longe conhecemos ainda? Ou será que é o fim do mundo em que vivemos até hoje… Este mundo onde o modelo econômico estava baseado em provocar endividamento para movimentar as massas? Ou será que o fim do mundo virá abalar as relações da forma como estavam estruturadas onde a hierarquia se fazia consoante o valor da conta bancária de cada membro participante da mesma?
De que final de mundo estão todos comentando?
Vamos por partes para ver se conseguimos chegar a algum entendimento.
Pensando sobre o planeta Terra, seus recursos, seus movimentos e equilíbrio, já chegamos ao fim do mundo há algum tempo. Tem ouvido falar sobre o degelo que vai lançando milhões de litros de água nos oceanos? Água esta que não vai sair voando pelo espaço sideral. Terá que se acomodar roubando espaço onde antes era solo, fértil ou não, área onde populações construíram suas casas e seus campos.
Tem lido ou visto o desmatamento das florestas, onde o destaque de campeã parece ficar com nossa Amazônia?
Bem, as raízes das árvores destas florestas servem, entre outras coisas, para frear a força das águas que vem do alto. As copas ajudam na formação do oxigênio, na moradia dos pássaros, na sustentação dos frutos que alimentam também estes animais e assim por diante.
Pensou no impacto que a devastação destas áreas causa na outra ponta do planeta? (Se puder assista o filme “Uma Verdade Inconveniente” de Al Gore, para aumentar sua consciência a respeito do tema).
Algumas imagens desta devastação não deixam dúvida que o fim do mundo já está lá.
Colchões, sofás, pneus, embalagens, descem os leitos dos rios jogados pelas nossas mãos, afundando numa certa altura, entupindo o curso das águas, deformando o desenho do sulco, atravancando a passagem da vida.
Em São Paulo, durante o Carnaval, um lago secou em uma hora revelando seu fundo enlameado, onde carrinhos de feira, sapatos, restos de tudo que se pode imaginar disputavam espaço com peixes agonizantes, cisnes atolados, lágrimas dos frequentadores aturdidos pelo acontecido.
Apocalipse aqui e agora, em plena capital de um estado!
Frente a tudo isso, nosso mundo interno rui também. Vamos perdendo a fé, a vontade de mudar, a determinação de pôr um basta e reverter.
É preciso imediatamente iniciar uma marcha internacional de educação, de saneamento, de seriedade, responsabilidade, moral.
Todos precisamos nos unir para limpar o Planeta. Começando pelo Planeta Mente.
É neste campo que tudo começa. Nossas ações são projeções do que temos em nosso hard disc pessoal e coletivo.
Temos que parar de assistir e compartilhar tanto lixo.
Temos que ter forças para sair do sofá e desligar a TV, mudar o canal, deixar de ver e ouvir tanta porcaria, tanta falta de cultura e desinformação. Temos que parar de dar audiência para o entorpecimento.
A solução não vem da passividade, do conformismo, do “deixa que o Universo resolve”. Sim, o Universo resolve, mas talvez isso possa custar a casa que construímos, os filhos que geramos, a vida que tanto queremos preservar.
Minha proposta é que a gente se una ao Universo e numa só linguagem e expressão possamos contribuir para que o início de um novo mundo nos traga orgulho de pertencermos à raça humana!
Izabel Telles é terapeuta holística e sensitiva formada pelo American Institute for Mental Imagery de Nova Iorque. Tem três livros publicados: “O outro lado da alma”, pela Axis Mundi, “Feche os olhos e veja” e “O livro das transformações” pela Editora Agora. O que são as Imagens Mentais?
Visite o site www.somostodosum.ig.com.br

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