BREVE HISTÓRIA DA PARAPSICOLOGIA

Adaptado de “Manual da Parapsicologia” de Valter da Rosa Borges, IPPP, 1992
Por Geraldo Sarti
Junho/2009
Podemos dividir a história da Parapsicologia em sete fases:
1) – Pré-espírita
2) – Do Espiritismo
3) – da Metapsíquica
4) – De transição
5) – Da Parapsicologia
6) – Da Pesquisa e Teoria PSi
7) – Ficcional.
I. Fase pré-espírita (1826 a 1856).
Começa com as experiências realizadas por Justinus Kerner com a paranormal alemã Frederica Hauffe, conhecida como a “vidente de Prevorst”. Outros paranormais: os norte-americanos Andrew Jackson Davis, Jonathan Koons e as irmãs Fox (Katie e Margareth) e os franceses Alexis Didier e Angelique Cottin.
Pesquisadores: Justinus Kerner, Robert Hare e Buchanan.

Fatos mais importantes
1848 – Surgem os fenômenos de toribismo em Hydesville, produzidos pelas irmãs Fox, tornando-as precursores do movimento espírita.
1850 – Espalha-se pela Europa a mania das mesas girantes.
II. Fase do Espiritismo
Inicia-se com a publicação, em 1857, de “O Livro dos Espíritos”, conjunto de mensagens mediúnicas codificado por Hippolyte Léon Dénizard Rivail, mais conhecido pelo cognome de Allan Kardec.
Paranormais: o escocês Daniel Dunglas Home, os ingleses Florence Cook, William Eglington, Guppy II, Elisabeth D’Esperance e William Stainton Moses, os norte-americanos Henry Slade e Kate Fox, entre outros.
Pesquisadores: Allan Kardec, William Barret, Alexandre Aksakof, Camile Flammmarion, Friedrich Zöllner, Alfred Russel Wallace, William Crookes, William Denton e Paul Gibier.
As melhores pesquisas são as realizadas por William Crookes com Daniel Douglas Home e Florence Cook e as de Friedrich Zöllner com William Slade.
Alguns paranormais, tais como Florence Cook e William Slade, são acusados de fraude. Outros, pegos em flagrante. É intensa a oposição dos cientistas e da Igreja contra os fenômenos paranormais, então denominados espíritas.
Fatos mais importantes
1869 – O Dr. Dussart realiza experiências de sugestão mental, fazendo dormir e despertar uma jovem sem o conhecimento dela.
1878 – Schiaparelli descobre o que julga ser “canais de Marte” e desta descoberta resulta a fantasia mediúnica de uma avançada civilização marciana. Tanto assim que, em 1896, a paranormal Helene Smith, personificando um habitante de Marte que se diz chamar “Esenale”, começa a se expressar em “idioma marciano”.
III – Fase da Metapsíquica (1882 a 1933)
Começa com a fundação da Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres, em 1882.
A Metapsíquica, cuja paternidade é atribuída a Charles Richet, constitui a primeira tentativa de se estudar cientificamente os fenômenos paranormais.
É a fase de ouro da investigação parapsicológica com a utilização do método qualitativo, notadamente entre 1910 e 1930.
Além da Sociedade de Pesquisas Psíquicas, de Londres, se notabilizam, por seus trabalhos de investigação parapsicológica, a Sociedade Norte-Americana de Pesquisas Psíquicas e o Instituto Metapsíquico Internacional, fundados em 1885 e 1919, respectivamente.
Paranormais: os norte-americanos Edgar Cayce, Pearl Lanore Curran, George Vailantine, Eleonora Piper e “Margery” (Pseudônimo de Mina Stinson Crandon), as inglesas Gladys Osborne Leonard, Elisabeth D’Esperance e “Rosemary” (pseudônimo de Ivy Carter Beaumont), a suíça Helene Smith, o islandês Indridi Indridasson, os franceses Pascal Forthuny e Eva Carrière (ou Marthe Beraud), os alemães Ludwig Khan e Tereza Neumann, os austríacos irmãos Shneider (Rudi e Willi), o dinamarquês Einar Nielsen, a romena Eleonore Zugun, as irlandesas do norte Katherine Goligher e Geraldine Cummings, a soviética Olga Kahl, os italianos Pe. Pio e Eusápia Paladino, a mexicana Maria Reys de Zierold, os poloneses Bert Reese, Jean Guzik, Franek Kluski e Stephan Ossowieck, os brasileiros Francisco Cândido Xavier, Carlos Mirabelli e Ana Prado.
Pesquisadores: Período de grandes pesquisadores, podendo-se destacar, entre outros, Friedrich Myers, Richard Hodgson, James Hyslop, César Lombroso, Enrico Morselli, Oliver Lodge, William Crawford, Theodore Flournoy, Albert F. von Schrenck-Notzing, Eugene Osty, Gustavo Geley, J. Ochorowicz, René Warcolier, Karl du Prel, Ernesto Bozzano, Henry Sidgwick, J. Maxwell, Emile Boirac, Harry Price, Walter Franklin Prince, Gilbert Murray, Hereward Carrigton e Charles Richet. Deve-se incluir Sigmund Freud que dedicou muito de seu estudo às relações Mente – Cérebro, além de estudos sobre sonhos, telepatia, clarividência e precognição.
Fatos mais importantes
1882 – Fundação da Sociedade de Pesquisas Psíquicas, de Londres, a qual, neste ano, promove sua primeira pesquisa pública.
1893 – Boirac apresenta a primeira classificação dos fenômenos paranormais. O Dr. Albert Coste obtém o título de Doutor em Medicina pela Universidade de Montpellier, defendendo tese sobre fenômenos paranormais.
1912 – É criado o Fundo Hodgson, em Harvard, para investigação dos fenômenos psíquicos.
1919 – Fundação do Instituto Metapsíquico Internacional.
1920 – Fritz Grunewald introduz a instrumentação científica no Laboratório de Metapsíquica.
1921 – Realiza-se, em Copenhague, o 1o Congresso Internacional de Ciências Psíquicas. Schrenck-Notzing aperfeiçoa o método de controle elétrico automático, idealizado por Karl Krall, para impedir a fraude dos paranormais.
1923 – Realiza-se, em Varsóvia, o 2o Congresso Internacional de Ciências Psíquicas. Nele, é proposta a distinção entre Metapsíquica e Espiritismo.
1927 – Realiza-se, em Paris, o 3o Congresso Internacional de Ciências Psíquicas. Joseph Banks Rhine e sua esposa, Louise, realizam as primeiras experiências com baralho Zener.
1928 – Willem Tenhaeff, na Holanda, publica o primeiro Jornal de Parapsicologia.
1930 – Realiza-se, em Atenas, o 4o Congresso Internacional de Ciências Psíquicas. Rhine é nomeado diretor responsável pelo Laboratório de Parapsicologia da Universidade de Duke.
1931 – O Instituto Metapsíquico começa a instalar sua aparelhagem científica.
1933 – As Universidades de Duke (E.U.A.), de Bonn (Alemanha) e de Utrecht (Holanda), conferem diploma de PhD, por trabalhos de investigação parapsicológica, a John F. Thomas, Hans Bender e Willem Tenhaeff respectivamente. Rhine inicia a primeira abordagem experimental da precognição. E, Tenhaeff começa a ensinar Parapsicologia na Faculdade de Psicologia de Utrech, como professor extraordinário.
IV. Fase de transição (1934 a 1952)
Começa com a publicação do livro “Percepção Extra-Sensorial”, de J. B. Rhine, em 1934. Assinala o declínio e morte da Metapsíquica e a formação da Parapsicologia com base no método quantitativo-estatístico-matemático. A pesquisa da paranormalidade procura encontrar essa aptidão nas pessoas comuns, embora sem desprezar a investigação com os grandes paranormais.
Paranormais: Eillen Garret, da Irlanda, Wolf Messing, polonês naturalizado soviético, Olof Jonsson, da Suécia, Peter Hurkos e Jeanne Dixon, dos Estados Unidos da América. Francisco Peixoto Lins, o “Peixotinho” e Fábio Machado, do Brasil são os mais destacados paranormais desta época.
Pesquisadores: Joseph Banks Rhine (considerado o pai da Parapsicologia Ocidental), Leonid Vasiliev (tido como o pai da Parapsicologia soviética), Willem Tenhaeff, Tyrrel, Soal, Ernesto Bozzano e René Sudre, entre outros.
Fatos mais importantes
1934 – Rhine publica “Percepção Extra-Sensorial” e faz a sua classificação do fenômenos paranormais. Publica, também, os resultados de cerca de 80.000 experiências parapsicológicas com a utilização do método quantitativo-estatístico-matemático e iniciadas em 1927. Realiza experiências de psicocinesia com dados. Na Universidade de Duke, é criado o Laboratório de Pesquisas.
1935 – Realiza-se, em Oslo, o 5o Congresso Internacional de Ciências Psíquicas. Whately Carington faz pesquisas de precognição com dados. E Tyrrel realiza experimentos de precognição, utilizando aparelhagem elétrica.
1937 – O Congresso Internacional de Estatística Matemática, realizado em Indianápolis, se pronuncia a favor do método estatístico utilizado por Rhine na investigação parapsicológica. Aparece o “Journal of Parapsychology” fundado por J. B. Rhine.
1942 – Wiesner e Thouless apresentam sua classificação dos fenômenos paranormais, a qual passará, em 1953, a ser adotada pela Parapsicologia, em caráter oficial.
1950 – Karlis Osis recebe seu PhD em Filosofia, conferido pela Universidade de Munique, por sua tese sobre percepção extra-sensorial.
1951 – É criada, em Utrecht, na Holanda, a cadeira de Parapsicologia, que passa a ser ocupada por Willem Tenhaeff.
1952 – Carl Gustav Jung publica “A Interpretação da Natureza e a Psique”, com Wolfgang Pauli (Nobel de Física – 1945).
V. Fase da Parapsicologia
Inicia-se em 1953, por ocasião do 1o Congresso Internacional de Parapsicologia, realizado em Utrecht, na Holanda, onde a palavra Parapsicologia passa a designar, oficialmente, a nova ciência. Ainda neste Congresso é adotada a classificação de Thouless e Wiesner, já proposta em 1942.
Nesta fase destacam-se:
Paranormais: Ted Serios, Ingo Swann, dos Estados Unidos da América, Nina Kulagina, Tofik Dadashev, Boris Ermolaev, Alla Vinogradova e Bárbara Ivanova da Rússia, Gerard Croiset, da Holanda, Matthew Manning e Rosemary Brown, da Inglaterra, Vanga Dimitrova, da Bulgária, Uri Geller, israelense, Thomas Green Morton, Luiz Antônio Gaspareto, Ronaldo Ayres, Pai Eli, Dona Guiomar, Célia, do Brasil, entre outros.
Parapsicólogos: J. B. Rhine, Leonid Vasiliev, Milan Rizl, Willem Tenhaeff, Karlis Osis, Hans Bender, William Roll, Robert Amadou, Hornell Hart, Andrija Puharich, Soal, Roberto Tocquet, Stanley Krippner, Tanagras, Tyrrel, J. G. Pratt, Adamenko, Naum Kreiman, Genady Sergeyev, Ian Stevenson, Hamendras Banerjee, Zdenek Rejdak, Hernani Guimarães Andrade, Pe. Oscar Quevedo, Geraldo dos Santos Sarti, Valter da Rosa Borges, Mario Amaral Machado, Ivo Cyro, Carlos Alberto Tinoco, Raul Pessoa Sobral, Gilberto Campista Guarino, Horta Santos, Glória Lintz Machado, entre outros.
Fatos mais importantes
1953 – É instituído em Utrecht, Holanda, o mestrado em Parapsicologia, sob a orientação de Willem Tenhaeff, o qual cria, também o primeiro Instituto de Parapsicologia no mundo e com subsídio estatal.
1957 – É fundada a mais importante Instituição em Parapsicologia no mundo: a Parapsychological Association.
1960 – Vasiliev cria o Departamento de Parapsicologia da Universidade de Leningrado e publica suas experiências. Nasce a Parapsicologia soviética. Em Durham, Carolina do Norte, a Fundação para Investigação sobre a Natureza do Homem cria o Fundo MacDougall para as investigações parapsicológicas.
1966 – Realiza-se em Moscou, um Congresso Internacional de Parapsicologia.
1968 – É criada a Psicotrônica, um ramo da Parapsicologia.
1969 – A Parapsycological Association é aceita como membro da American Association for the Advancement of Science.
1972 – Adelaide Petters Lessa, no Brasil, recebe PhD em Psicologia pelo Instituto da Universidade de São Paulo com a tese “Precognição”. O Dr. Erlendur Haraldsson obtém seu Doutoramento em Filosofia, na Universidade de Friburgo, Alemanha, com a tese “Indicadores Vasomotores da PES”.
VI. Fase da Pesquisa e Teoria PSi
Com Aldous Huxley e Charles Tart, por volta de 1970 inicia-se a produção e a investigação dos Estados Alterados de Consciência (E A C ou A S C) e de sua relação com os fenômenos parapsicológicos. O meio parapsicológico quase todo volta-se para novos métodos de pesquisa, buscando repetir ou provocar os fenômenos PSi que antes eram meramente investigados e observados sob o ponto de vista laboratorial estatístico e quantitativo. Com os A S C, o fenômeno parapsicológico passou a ser analisado também em termos qualitativos, com observação dos estados internos e externos dos indivíduos em exame e sob monitoração.
Em 1957, com o lançamento do satélite Sputnik pela URSS, começa a corrida espacial URSS x USA. Em 1969, Neil Armstrong tornou-se o primeiro ser humano a pisar na lua, no projeto Apollo, USA. Em 1971, Edgar Mitchell é o 6º a pisar na lua e em 1973 ele funda o importante Instituto de Ciências Noéticas para pesquisa Psi das capacidades mentais. Mitchell realizou em sua viagem experiências telepáticas com a Terra e vivenciou estados alterados de consciência na sua visão sideral do planeta azul.
Logo após, pesquisadores teóricos na área da Física, a partir do evento e da publicação de “Quantum Physics and Parapsychology”, Genebra Suíça, 1974, com a participação de G. Feinberg (U S A), A. Koestler (Hungria), H. Margenau (Alemanha) C.T.K. Chari (Índia) etc, passam a tentar resolver os resultados das pesquisas PSi e a formular tentativas teóricas para sua formalização e compreensão principalmente em Física mas também em ciência em geral.
Foram elaboradas teorias e hipóteses que adequam-se particularmente aos fenômenos extrassensoriais ou E S P ou PSI – GAMA, e aos fenômenos telecinéticos ou PSI – KAPA, como a psicocinese, o poltergeist e a teleportação.
Dentre estas teorias destacam-se:
– Sincronicidade (C. G. Jung) – Psicológica – Suíça.
– Campo Bio – Magnético e 4a dimensão (C.A. Tinôco)- Biofísica – Brasil.
– Domínio Informacional (J. J. Horta Santos) – Física – Brasil / Portugal.
– Ordem implícita e Decoerência (D. Bohm) – Física – USA.
– Estado Relativo e Universos Múltiplos (H. Everett) – Física – USA.
– Energia do Ponto – zero (H. Casimir) – Física – Holanda.
– Psicons, Link e Multidimensões (G. S. Sarti) – Psicofísica – Brasil.
– Variáveis ocultas (E. H. Walker) – Física – USA.
– Princípio Transformativo da Mente (R. F. Dantas Lins) – Conceitual – matemática – Brasil.
Todavia, o controle e o uso produtivo dos fenômenos parece ser a linha divisória entre a formulação teórica e o fenômeno em si, ainda que o entendimento de como ele se processa tenha se aprofundado. Produziram-se releituras e reinterpretações inovadoras dos fundamentos científicos em que se apoiam as ciências físicas, biológicas, psicológicas e da comunicação e novas concepções foram acrescentadas (Veja-se Sarti – Saussure e Bohm – Peirce).
Com a multiplicidade e integração global dos meios de comunicação no século XXI, supostos como extensões convencionais dos órgãos motores e sensoriais apoiadas na tecnologia da informação, ficou difícil destacar-se um ou outro evento principal dentro da vasta gama de pesquisa PSi teórica e prática que chega até nossos dias (século XXI – 1a década), disseminada por todo o planeta como forma alternativa da humanidade entender o alcance de sua própria realidade e de seu relacionamento com a natureza que a cerca.
VII. Fase ficcional
Pode-se considerar que a partir de “2001 – Odisséia no Espaço”, filme de S. Kubrik, com assessoria científica de A. Clarcke, de 1968, foi inaugurada a era ficcional dos fenômenos PSi.
O filme “Altered State”, de Ken Russel, 1980, que passou quase despercebido, relatando as experiências de Estados Alterados de Consciência por Ganzfeld e alucinógenos, procurou dar seriedade ao tema e reproduz com bastante fidelidade os estados e vivências dos sujeitos submetidos aos ASC e concorda ao mesmo tempo com as teorias psicofísicas ou PSi.
Milhares de filmes e seriados de TV e DVD’s passam a reproduzir, muitas vezes ao exagero, as peripécias de indivíduos com superdotação mental, ora heróis ora vilões.
Na literatura, os fatos marcantes foram a saga mexicana do feiticeiro Dom Juan e de seu aprendiz, escrita pelo antropólogo Carlos Castañeda, iniciando-se com “A Erva do Diabo”, de 1968 e a literatura toda de Arthur Koestler, húngaro, a partir do conto “O Último Trem”, nos idos de 1950, incluindo a segunda metade do século XX. Koestler dedicou literalmente sua vida à Parapsicologia ao programar seu suicídio e a doação em dinheiro para fundação da Cátedra de Parapsicologia na Universidade de Edinburgh, na Escócia, e dedicar seus estudos literários à compreensão intrínseca dos fenômenos PSi e sua extensão à sociedade (Hólons e Holocracia).
Na pintura, Salvador Dali, espanhol catalão, inaugurou a técnica psíquica onírica do surrealismo que suspendia as barreiras de defesa neuróticas, e produziu sua primeira obra em – 1931, “A Persistência de Memória”, uma clara alusão à distorção física do tempo na teoria física da Relatividade.
Todo o surrealismo, seja na literatura (Breton), na pintura (Miró), na dramaturgia (Cocteau), nas artes enfim, demonstra o princípio transformativo da mente que ocorre em PSi, pela suspensão das barreiras neuróticas estruturantes do ser humano..
Considera-se que tanto na literatura como na cinematografia ficcional e nas artes em geral, estes teriam sido os marcos que desencadearam a produção em série de livros e filmes de ficção científica hoje abundantes, como já mencionado e do domínio geral, visando público cada vez mais jovem que se vê profusamente inundado por uma enxurrada de fenômenos em que o terror, a violência e a técnica mesclam-se a mensagens e idéias dúbias associadas a PSi e que poderiam ser mais bem aproveitadas, elaboradas e exploradas.

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