Estudos científicos sobre hipnoterapia

FONTE: www.arabia.com Tradução: www.sbhh.org.br

Existem muitos estudos que confirmam a eficácia da hipnose em vários cenários, sendo a maioria deles de alta qualidade e bem projetados por cientistas da esfera médica. Na realidade existe uma grande quantidade de pesquisas nesta área, percebendo-se que a hipnoterapia é eficaz na redução da dor em estudos onde bravos voluntários foram expostos a vários estímulos desagradáveis, tais como calor doloroso ou torniquetes nos braços. Demonstrou-se também que a hipnoterapia reduz dores agudas e crônicas associadas a várias enfermidades, promovendo bem estar, estando ligada também a redução de ansiedade depressiva e estresse. 1. Domangue (1985) realizou um estudo neurológico de controle hipnótico da dor. Domangue concluiu que a depressão estava negativamente relacionada aos níveis de serotonina e beta endorfina, sendo que após hipnoterapia observou-se que ambas foram clinicamente e estatisticamente diminuídas na depressão, ansiedade e dor, aumentando os níveis de substâncias do grupo da beta endorfina. 2. Barabasz e Barabasz (1989) estudaram uma amostra de vinte pacientes com síndromes de dor crônica variadas. Eles usaram uma técnica hipnótica conhecida como Terapia de Estimulação Ambiental Limitada (Restricted Environmental Stimulation Therapy – REST) . Todos os pacientes foram inicialmente classificados como tendo baixa suscetibilidade hipnótica pela Escala de Suscetibilidade Hipnótica de Stanford (SHSS). Após exposição à técnica de treinamento, os indivíduos demonstraram aumentos significativos nos níveis de SHSS e redução de dor, quando comparados aos indivíduos do grupo de controle. 3. Gutfeld e Rao (1992) conduziram um estudo (Gutfeld, G. and Rao, L. (1992) – “Use of Hypnosis with Patients Suffering from Chronic Headaches, Seriously Resistant to Other Treatment,” Prevention, 44, 24-25.) com quarenta e dois pacientes que sofriam de dores de cabeça crônica. Estes pacientes, os quais não haviam respondido bem aos tratamentos convencionais, foram divididos em dois grupos.Um deles recebeu hipnoterapia para aliviar suas dores de cabeça diárias; o segundo permaneceu como grupo de controle. O grupo de hipnoterapia experimentou redução na freqüência e duração das dores de cabeça, cortando a intensidade em cerca de 30%. 4. Kuttner (1988) concluiu que uma estratégia hipnótica que enfatiza narrativas e imagens foi significativamente mais eficaz do que técnicas comportamentais ou a prática médica tradicional no alívio do sofrimento durante aspirações de medula óssea em crianças com leucemia.

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