Negócio de macaco

Um teste muito antigo revelou que as pessoas, quando convidadas a assistirem um vídeo de adolescentes passando bolas de basquete, não notavam alguém vestido de gorila passando no meio da roda.

O teste chamado “gorila invisível” pedia para as pessoas observarem um vídeo onde dois grupos de pessoas, um vestido de branco, o outro de preto, passam bolas de basquete umas pras outras. Os voluntários foram convidados a contar os passes entre os jogadores vestidos de branco, ignorando as passagens dos de preto.

O estudo descobriu como as pessoas podem se concentrar tanto em algo que se tornam cegos para o inesperado, mesmo olhando direto para ele. Este efeito é chamado de “cegueira por desatenção”.

O vídeo do “gorila invisível” ficou muito famoso, e hoje as pessoas sabem que devem procurar por um gorila quando o assistem. Portanto, o criador do teste resolveu criar outro.

Antes de saber o que há nele, quer vê-lo?

Este novo teste serviu para revelar se as pessoas que já esperavam um gorila conseguiram notar outros eventos inesperados.

E o teste produziu dos tipos de resultados: pessoas que sabiam do gorila e conseguiram notar outros eventos, por saber que o criador do vídeo estava “tramando” algo, e pessoas que se focaram tanto em perceber um gorila que não notaram outros eventos inesperados, como as cortinas que mudaram de cor.

Dos voluntários que não conheciam o primeiro vídeo, pouco menos da metade não notou o gorila no segundo teste. Dos que conheciam, todos notaram. Porém, apenas 17% conseguiram perceber os outros eventos inesperados que ocorreram, em comparação com 29% das pessoas que não sabiam nada sobre o primeiro vídeo.

A nova experiência mostra que mesmo quando as pessoas sabem que estão fazendo uma tarefa em que uma coisa inesperada pode acontecer, isso não os ajuda a observar outras coisas inesperadas.

 

Veja o video em

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=vJG698U2Mvo

O CENTÉSIMO MACACO

Ressonância mórfica: a teoria do centésimo macaco
Na biologia, surge uma nova hipótese que promete revolucionar toda a ciência

Por José Tadeu Arantes,
ilustrações Dawidson França

Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.

Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie. Este é uma história fictícia, não um relato verdadeiro. Numa versão alternativa, em vez de quebrarem cocos, os macacos aprendem a lavar raízes antes de comê-las. De um modo ou de outro, porém, ela ilustra uma das mais ousadas e instigantes idéias científicas da atualidade: a hipótese dos “campos mórficos”, proposta pelo biólogo inglês Rupert Sheldrake. Segundo o cientista, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.

Átomos, moléculas, cristais, organelas, células, tecidos, órgãos, organismos, sociedades, ecossistemas, sistemas planetários, sistemas solares, galáxias: cada uma dessas entidades estaria associada a um campo mórfico específico. São eles que fazem com que um sistema seja um sistema, isto é, uma totalidade articulada e não um mero ajuntamento de partes. Continue lendo “O CENTÉSIMO MACACO”

MÁFIA MÉDICA – Entrevista sobre o Livro

_”A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário (Ministério da Saúde) e pela Industria Farmacêutica. O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios. Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:“A Máfia Médica” é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Continue lendo “MÁFIA MÉDICA – Entrevista sobre o Livro”

Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos

A missionária Marta Brisa transmite as técnicas de Johrei em Ana Paula Politi (Foto: Lucas Mamede/Da Gazeta de Ribeirão) Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”. Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp. Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou. A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou. As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.” Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress. O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem. Fonte : http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25/pesquisa-revela-poder-da-energia-liberada-pelas-maos.html

Acupuntura: Uma Terapia de 5 mil anos

A acupuntura ou acupunctura (do latim acus) – agulha e punctura – pontoada é um ramo da Medicina Tradicional Chinesa e um método de tratamento considerado complementar de acordo com a nova terminologia da OMS – Organização Mundial da Saúde. A acupuntura consiste na aplicação de agulhas, em pontos definidos do corpo, chamados de “Pontos de Acupuntura” ou “Acupontos”, para obter efeito terapêutico em diversas condições. Atribui-se o nome “Acupuntura” a um jesuíta europeu que retornando da China, no século XVII, adaptou os termos chineses “Zhen” e “Jiu”, juntando as palavras latinas “Acum” (agulha) e “Punctum” (picada ou punção), como visto. A tradução literal do termo chinês, no entanto, é bem diferente. O correto seria Zhen (agulha) e Jiu moxa, ou seja, “longo tempo de aplicação do fogo”. Para que serve a ACUPUNTURA? Além dos casos de dor, várias doenças funcionais podem ser tratadas pela acupuntura. Dentro da concepção chinesa, a doença é uma manifestação de desequilíbrio, e a acupuntura é uma forma de readquirir o equilíbrio. Entre as doenças tratáveis pela acupuntura estão: Continue lendo “Acupuntura: Uma Terapia de 5 mil anos”

Cientistas descobrem nos EUA pistas da ‘partícula de Deus’

Andrew Stern

Cientistas anunciaram uma descoberta que os coloca mais próximos de provar a existência do misterioso bóson de Higgs, a chamada “partícula de Deus”, supostamente responsável por conferir massa à matéria e que completaria a teoria de Albert Einstein sobre o universo.

Preços da Ciência: veja quanto custa o acelerador de hádrons

Analisando dados de cerca de 500 trilhões de colisões entre partículas subatômicas, numa experiência destinada a reproduzir as condições imediatamente posteriores ao Big Bang (explosão primordial que deu origem ao universo), os cientistas do Fermilab, nos arredores de Chicago, produziram cerca de mil partículas de Higgs em mais de uma década de trabalho.

“Infelizmente, essa pista não é suficientemente significativa para concluir que o bóson de Higgs existe”, disse o físico Rob Roser, do Fermilab, ao explicar as descobertas que estão sendo apresentadas nesta quarta-feira numa conferência em La Thuille, na Itália.

A imagem que os cientistas têm das efêmeras partículas de Higgs, que rapidamente se transformam em outras partículas, ainda é ligeiramente “borrada”, segundo Roser. Há uma chance de 1 em 250 de que os físicos tenham se deparado com um acaso estatístico, em vez de terem detectado um bóson de Higgs, e isso está perto do limite de 1 para 740 que a física estabeleceu para a prova da existência de uma partícula subatômica.

A detecção do bóson de Higgs poderia provar a existência de um campo invisível que supostamente permeia todo o universo. O campo de Higgs foi proposto na década de 1960 pelo cientista britânico Peter Higgs, como sendo a forma como a matéria obteve massa depois do Big Bang. Segundo essa teoria, o bóson foi o agente que possibilitou o desenvolvimento das estrelas, dos planetas e da vida, ao dar massa às partículas mais elementares. Por isso alguns apelidam o bóson de “partícula de Deus”.

Ele também completaria o Modelo Padrão da Física proposto por Albert Einstein. Caso a partícula não exista, os físicos precisariam procurar outra explicação para o fato de as partículas terem adquirido massa em vez de ficarem vagando a esmo pelo universo.

O peso das partículas de Higgs encontradas no Fermilab é consistente com o que foi detectado no Grande Colisor de Hádrons, um acelerador de partículas mais poderoso, pertencente ao instituto europeu de pesquisas Cern, que funciona nos arredores de Genebra, na Suíça.

A descoberta do Fermilab foi feita no acelerador Tevatron, de 6,3 km de comprimento, que foi desativado em setembro de 2011. Esse trabalho agora será feito exclusivamente pelo Grande Colisor de Hádrons, que tem 27 km de perímetro para as colisões de partículas.

O Fermilab continua analisando os dados obtidos nas suas experiências, e Roser disse que uma conclusão definitiva pode ser apresentada em junho.

O PRINCÍPIO 90/10 –

Um Princípio é algo que é observado na natureza e que é transmitido na forma de uma hipótese, uma teoria.
É preciso que muitas pessoas o experimentem, que realizem testes e que comprovem para si mesmos os resultados.
Isso dá ao experimentador a certeza íntima de que o princípio é verdadeiro, que está submetido à uma Lei geral, como a gravidade, por exemplo.
Vale a pena tentarmos aplicá-la e passarmos adiante!

Que princípio é este?
Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.

O que isto quer dizer?
Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase, que o semáforo fique no vermelho.
Mas, você é quem determinará os outros 90%.

Como?
Com sua reação. Ela sim, abrirá muitas possibilidades de fatos novos. Continue lendo “O PRINCÍPIO 90/10 –”

A ESSÊNCIA DO EGO – Queixas e Ressentimentos

Publicado por Selma José em 17 janeiro 2012 às 16:39 em Eckhart Tolle

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Queixar-seé uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer. Cada reclamação éuma pequena História e na qual acreditamos inteiramente. Não importa se ela éfeita em voz alta ou apenas em pensamento.

Alguns egos que talvez não tenham maiscom o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos aum ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claroinconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo. Uma atitudetípica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos ás pessoas, seja nafrente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmoapenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e demostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre osoutros:” idiota”, “desgraçado”, “prostituta”,todas essas afimações definitivas contra as quais não se pode argumentar. Nonível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos. Nãomuito abaixo disso se encontra a violência física.

O ressentimento é a emoção que acompanhaa queixa e a rotulagem mental dos outros. Ela acrescenta ainda mais energia aoego. Ressentir-se significa  ficar magoado, melindrado ou ofendido.Costumamos nos sentir assim em relação á cobiça das pessoas, á suadesonestidade, á sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, aoque fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, á atitudeque deviam ou não ter tomado. O ego adora isso. Em vez de de detectarmos ainconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é oresponsável por isso ? Nossa própria inconsciência, o ego. Algumas vezes, a”falta” que apontamos em alguém nem mesmo existe.. Ela pode ser umerro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada aver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior. Em outras ocasiões, afalta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, ás vezes excluindotodo o resto, nós a tornamos maior do que é. E dessa maneira fortalecemos emnós mesmos aquilo a que reagimos no outro. Continue lendo “A ESSÊNCIA DO EGO – Queixas e Ressentimentos”

Psicossomática XI: A Criança que somatiza

:: Rosemeire Zago ::

Podemos esquecer o que nos disseram, o que nos fizeram,
mas nunca nos esqueceremos do que nos fizeram sentir.

Apesar de toda informação que temos atualmente, muitas pessoas ainda têm a noção que a criança é um ser passivo, que nada percebe, mas a infância, assim como a gestação, são épocas que podem determinar as escolhas futuras. Podemos encontrar sintomas somáticos não só em adultos, mas também em crianças. Mas o que faz que uma criança apresente um sintoma? Em geral é uma representação dos conflitos familiares, uma projeção dos sentimentos daqueles com quem convive, ou seja, a criança utiliza seu próprio corpo para expressar a maioria dos conflitos que experimenta, e que muitas vezes não percebe de modo consciente.

Devemos considerar que as famílias hoje não são mais estruturadas como antigamente, onde a mãe permanecia em casa vinte e quatro horas por dia, cuidando dos filhos; as crianças hoje estão, em sua maioria, em creches ou escolas desde muito cedo. As babás também assumiram um papel importante na formação das crianças, assim como as professoras. O que torna igualmente importante o contato constante dos pais com esses profissionais.

Os conflitos existentes entre o pai e a mãe podem gerar sintomas na criança tanto quanto os distúrbios do vínculo entre os pais e o bebê, na medida em que impedem um adequado desenvolvimento emocional e conseqüentemente da personalidade. Como também as angústias da mãe podem ser captadas desde cedo pelo bebê, prejudicando-o intensamente.

Uma boa relação com a mãe propicia dentro da criança um sentimento básico de confiança. Caso isso não ocorra, a criança pode perceber que só conseguirá despertar o interesse, a atenção e os cuidados da mãe, adoecendo; principalmente quando isso é reforçado. Quando a criança sente que só é valorizada quando doente, como se fosse premiada com cuidados especiais; e sendo rejeitada quando saudável, ela passa a adoecer com freqüência, relacionando atenção, afeto e amor com doenças. Como a criança não possui outra forma de se expressar, ela aprende a usar o corpo como meio de comunicação e defesa. E podemos encontrar muitos adultos que continuam esse processo com sintomas recorrentes como única forma aprendida de obterem atenção, tendo como exemplo, os hipocondríacos, assunto do artigo anterior. Ou seja, ficar doente é a única forma que encontra para obter atenção. Continue lendo “Psicossomática XI: A Criança que somatiza”

O Cérebro e a mudança de uma crença

por Gloriana Batassa – gloriana2009@gmail.com

No final dos anos 90, fiz um curso que falava sobre o cérebro e o seu funcionamento, mas a primeira frase que a doutora pronunciou ao iniciar o curso, foi que do nosso cérebro sabemos muito pouco, quase nada e que existem vastas áreas da nossa massa cinzenta que não sabemos para que serve.

Na nossa vida diária, o nosso cérebro executa tarefas porque pode “ler” as informações que foram armazenadas segundo os acontecimentos que vivemos na nossa vida, que podem ser agradáveis (informações felizes) ou desagradáveis (informações traumáticas).

As informações felizes e traumáticas ficam registradas nas nossas células e são elas que formam o nosso sistema de crenças.

Portanto, toda vez que estamos vivendo uma situação com momentos felizes ou infelizes que já vivemos anteriormente, o nosso cérebro “pesca” no seu arquivo de informaçoões armazenadas, a situação interior e as células dão o alarme ao corpo fisico, causando sensações que serão sentidas de acordo com o passado.

Por exemplo, numa relação amorosa, uma pessoa “sente” que está sendo enganada, descobre mentiras, sente medo de ser traída, certeza de que alguma coisa está errada, e quando finalmente é abandonada, a sua primeira reação é: “Eu sabia que isso ia acontecer!”. Continue lendo “O Cérebro e a mudança de uma crença”